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A quarta revolução industrial e a internet das coisas: Como a indústria brasileira se prepara para essa nova realidade

STI Maquinas

Em meados dos anos 2000 a internet veio revolucionar a forma como pensávamos a comunicação. Fronteiras foram rompidas e a velocidade com que a informação chegava até nós surpreendia. O mundo evoluiu, novas tecnologias foram alcançadas e hoje a internet está mais presente em nosso cotidiano do que podemos perceber, e seu conceito mistura-se com o de inovação.
Neste cenário é que vemos nascer, em 2016 pelas palavras do professor alemão Klaus Schwab, a quarta revolução industrial, em seu livro homônimo. Neste conceito, robótica, inteligência artificial, realidade aumentada, big data, nanotecnologia, impressão 3D, biologia sintética e a internet das coisas, se unem em direção a uma nova realidade na indústria, que deixa de lado a produção massiva e entra em foco uma cadeia produtiva conectada, onde os recursos são melhores aproveitados, utilizando menos energia, onde os produtos poderão ser confeccionados especialmente para cada cliente.
O Fórum Econômico Mundial acredita que com esse fenômeno da Industria 4.0, sete milhões de empregos industriais, em sua maioria na linha de produção, devem ser extintos até 2020. Em contrapartida, uma pesquisa do mesmo órgão indica que cerca de 65% das crianças que entram nas escolas hoje, irão trabalhar em alguma profissão que ainda não existe.
Pensando nisso, o Fórum Econômico Mundial elegeu em 2016 os pioneiros nessa nova realidade, são eles: Cingapura, Finlândia, Suécia, Noruega, Estados Unidos, Israel e Holanda. A Alemanha, país onde surgiu o conceito, objetiva liderar a implementação de fábricas inteligentes, investindo anualmente 40 bilhões de euros em tecnologia industrial até 2020.
No Brasil, a Indústria 4.0 ainda é uma realidade discreta. Estando apenas em 72º no ranking dos países pioneiros na revolução, o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, afirmou que apenas 5% das empresas brasileiras podem ser consideradas dentro do conceito 4.0. Um dos empecilhos, segundo Aureo Calçado Barbosa, presidente do Intersid (Sindicato Intermunicipal das Industrias de Mobiliário de Ubá) é o desconhecimento dos empresários e a falta de capital. Outro problema para a implementação do sistema pode ser a falta de mão-de-obra qualificada nesse tipo de produção.
Por outro lado, discussões, seminários e eventos para tratar do tema vem se tornando comuns dentro de associações e feiras.
Em junho deste ano, o governo federal anunciou um incentivo de R$8,6 bilhões com o objetivo de impulsionar a Indústria 4.0 no Brasil. Segundo Marcos Jorge, o objetivo da união é ter ao menos 15% das indústrias brasileiras dentro do conceito da quarta revolução até 2026.
O maquinário moveleiro comercializado pela STI no Brasil, é adaptado ao sistema de Indústria 4.0.Comercializamos equipamentos das fábricas mas conceutuadas do mundo, como Biesse, Friulmac, Leadermac, Pade, Paul entre outras.
A Sti esta pronta para o 4.0 e sua empresa está?

*Matéria com informações de uol e revista Referência Industrial

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